Os sucessivos cortes no orçamento do governo federal, com o objetivo de poupar recursos para o pagamento da dívida pública, estão afetando o funcionamento de diversos órgãos, informa o Blog do Servidor, do jornal Correio Braziliense. De acordo com o blog, falta dinheiro até para despesas básicas, como condomínio, água e luz. Repartições estão sem café, tinta para impressora e até papel higiênico , diz o texto.
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O quadro também é grave no IBGE. Ana Magni, diretora da Associação Nacional dos Servidores do Instituto (Assibge), relatou alguns reflexos do corte orçamentário sobre as condições de trabalho no órgão. Um contingenciamento de cerca de R$ 200 milhões obrigou o IBGE a postergar a Contagem de População, de 2015 para 2016, e agora os servidores trabalham com prédios e veículos sem manutenção.
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Chefes de agências, coordenadores e supervisores de pesquisas entregaram seus cargos no Rio Grande do Sul, Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Norte, Santa Catarina e no Espírito Santo. Segundo a Assibge, o mesmo pode acontecer em outros estados.
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Por conta da situação da entidade, desde 26 de maio os servidores do IBGE estão em greve, pedindo, além de aumento salarial, a saída da presidente da entidade e eleições diretas para presidente e chefes de Unidades Estaduais. Os grevistas também lutam contra o corte de 14% no orçamento do IBGE em 2014. A Assibge tem denunciado uma série de demissões de funcionários temporários que aderiram à greve.
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Editado por Sintrajufe/RS; fonte: Sintrajud/SP.








