SINDICATO DOS TRABALHADORES DO JUDICIÁRIO FEDERAL E MINISTÉRIO PÚBLICO DA UNIÃO - FUNDADO EM 28 DE NOVEMBRO DE 1998 - FILIADO À FENAJUFE E CUT

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Contrastando com a desvalorização salarial, servidores da Justiça Eleitoral demonstram trabalho altamente eficiente nas eleições

 
 

Há oito anos sem reposição salarial, os servidores da Justiça Eleitoral deram, nesse primeiro turno das eleições, um exemplo de trabalho dedicado e qualificado. Mesmo sem o reconhecimento do poder público, trabalharam pela sociedade e por eleições seguras e ágeis. Graças ao trabalho dos servidorese também, é claro, do conjunto da Justiça Eleitoral e dos mesáriosa eleição ocorreu sem problemas relevantes, o que o próprio presidente do TSE, ministro Dias Toffoli, reconheceu.
 

Foram substituí­das apenas 1,15% do total de 428.894 urnas disponibilizadas. Segundo Toffoli, apenas um eleitor foi impedido de votar porque tinha mais de um registro junto à Justiça, ou seja, estava apto a votar em suas seções diferentes. O caso aconteceu em uma cidade-satélite de Brasí­lia.
 

Assim como o restante da categoria do Judiciário Federal e do Ministério Público da União, os servidores da Justiça Eleitoral desempenham um trabalho fundamental para o funcionamento do paí­s, e devem ser valorizados por isso. Mesmo assim, já acumulam perdas salariais de quase 50%, graças à polí­tica de arrocho salarial da presidente Dilma Rousseff (PT) e à falta de empenho do presidente do STF, Ricardo Lewandowski, em buscar o respeito à autonomia do Judiciário e a negociação da reposição dos servidores, uma realidade que precisa mudar e só poderá ser transformada com mobilização da categoria, exigindo respeito e valorização.
 

A próxima quarta-feira, 8 de outubro, é dia de Apagão do Judiciário, com paralisação de 24 horas e realização de ato público e assembleia geral, às 14h, nas varas trabalhistas. Nesse dia, exija respeito: paralise e cobre a reposição salarial!