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No ato nacional realizado na quarta-feira, 27, em Brasília, estiveram presentes dez representantes do Rio Grande do Sul. Eles relatam, abaixo, suas impressões sobre a atividade nacional, que contou com grande visibilidade, cobertura da imprensa nacional e forte repressão policial contra os servidores:
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Caciano Fochesatto, JF Bento Gonçalves
A mobilização foi muito grande e motivante. A categoria do país inteiro estava bastante mobilizada e nosso sentimento foi de que a pressão surtiu muito efeito e repercutiu bastante, principalmente por estar próximo de quem decide realmente.
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Clairton Serafini, diretor do Sintrajufe/RS
O ato foi bom, foi numeroso. Participaram todos os segmentos da categoria, uma prova inequívoca da união de toda a categoria. Os servidores do Judiciário Federal unidos em prol de uma mesma causa e fortemente determinados à vitória.
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Cristiano Moreira, diretor do Sintrajufe/RS
A grande participação da categoria no ato demonstra que a insatisfação chegou ao limite com as perdas salariais. Até o momento a única resposta do STF foi a repressão durante uma manifestação pacífica, respondendo com gás de pimenta à luta pela reposição. Nosso desafio é intensificar a mobilização e exigir o acordo entre Lewandowski e Dilma para conquistar a reposição.
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Eduardo Dutra, diretor do Sintrajufe/RS
Eu achei muito positivo, um ato que reuniu mais de mil pessoas. O ato teve muita visibilidade, fez muito barulho. A gente praticamente parou a Esplanada dos Ministérios com a nossa bandeira, a rua ficou tomada. A repercussão é positiva. Tivemos um tratamento hostil da PM próximo ao STF. A PM entrou em conflito, quebrou nossas cornetas, jogou spray de pimenta em alguns colegas, em uma atitude desnecessária. Mesmo assim a avaliação é boa, se mantivermos essa pressão o STF vai ter que ceder logo. A gente realmente incomodou bastante, muitas pessoas foram às janelas olhar o ato. O que tem que se fazer é manter o movimento, reforçar a greve e ver a possibilidade de novas caravanas à Brasília.
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Fabiano Tronco Dalmolin, JT Porto Alegre
Tinha bastante gente, a gente fez bastante barulho. Foi positivo, porque chamamos muita atenção. Também chamamos atenção da mídia, diversos órgãos de imprensa estiveram lá. Inclusive conseguimos a reunião, depois, com o Amarildo. Foi positivo também pelo grande número de participantes, houve uma adesão grande também do Distrito Federal.
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Rogério Santos Quiroga, JT Porto Alegre
O ato foi muito bom, teve participação expressiva. Ficou bonito pela passeata que fizemos, demonstrou a força da categoria para fazer valer esse anseio que temos em relação à aprovação do projeto da reposição. Nossa representação foi boa, levamos uma faixa que apareceu bem, e o resultado foi bom, o Amarildo recebeu o pessoal e deu o informe do substitutivo, que eles vão protocolar até sexta-feira.
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Joana Cruz Kucharski, JT Rio Grande
O ato demonstrou que estamos com força, que temos que nos juntar cada vez mais. O cinto está apertado, e se a gente não batalhar, não for pra cima mesmo, unindo forças em nível nacional, não vamos conseguir. Ontem foi desagradável, no meio da manifestação houve um incidente com a Polícia Militar, eles vieram com violência, vieram com spray de pimenta. Acabamos conseguindo que se formasse uma comissão para conversar, mas nem foi o Lewandowski quem recebeu a comissão, foi o diretor-geral. Se a gente não fizer crescer a greve vai ser muito difícil acontecer como a gente espera. Infelizmente, se não é na batalha, não sai nada. O ato foi legal por juntarmos gente de todos os lugares, mas acho também que a greve tem que crescer.
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Luiz Roberto Guadagnin, JT Porto Alegre
A gente se reuniu na concentração na Catedral, tinha mais de mil pessoas. Descemos com o carro de som e antes de chegar no Supremo a gente foi no Executivo e trancamos a avenida. A manifestação toda pacífica, ordeira, mas depois tiraram algumas grades e a Polícia Militar jogou spray de pimenta, eu inclusive fiquei uns 20 minutos com dificuldades para respirar. A minha avaliação é de que o ato foi positivo, teve bastante visibilidade, e temos que continuar a pressão aqui.








