Os coordenadores da Fenajufe estiveram reunidos na tarde de hoje com o diretor-geral do Supremo Tribunal Federal (STF), Amarildo Vieira. O objetivo foi buscar informações sobre o andamento das negociações com o Poder Executivo, bem como reforçar a reivindicação de que os servidores não sejam preteridos em relação aos magistrados.
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Diante da resistência do Executivo para conceder o reajuste, o STF está elaborando projeções visando reduzir o impacto do orçamento estimado para 2015. Originalmente, o reajuste previa duas  parcelas para  2015 (julho e dezembro). A projeção pode resultar em redução do valor das primeiras parcelas ou a postergação das parcelas previstas. No entanto, não há intenção de modificar a tabela salarial prevista no projeto.
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O diretor-geral informou que, embora exista o interesse dos parlamentares em reajustar os salários dos juízes para, assim, garantirem aumento nos seus respectivos salários, o ministro Lewandowski seria favorável a que servidores e juízes sejam contemplados. A nossa reivindicação ao ministro é que, como chefe do Poder Judiciário, ele faça a defesa do projeto dos servidores e trabalhe para que o dos magistrados não avance isoladamente, apesar do interesse direto dos parlamentares em impulsionar o reajuste dos juízes em benefício próprio . Segundo Amarildo, Lewandowski teria pedia pedido às associações de magistrados que colaborassem também para aprovação do reajuste dos servidores.
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Cledo Vieira, dirigente da Fenajufe, reitera que a entidade está empenhada em garantir o reajuste da categoria. A partir da próxima semana vamos agendar uma reunião com o presidente do STF para tratarmos dos próximos passos para assegurarmos  o aumento salarial .
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Na avaliação da coordenadora Eugênia Lacerda, o diretor-geral pareceu confiante nas negociações, mas a categoria tem que se mobilizar para que, caso haja disponibilização de algum recurso para o Judiciário, o reajuste  dos servidores também seja contemplado e não somente o dos magistrados.
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O coordenador Tarcísio Ferreira afirma que, ainda que o projeto dos magistrados esteja correndo mais rapidamente por um interesse dos parlamentares, reivindicamos que o presidente do Supremo se porte como responsável pelos dois projetos do ponto de vista institucional, que assuma isso publicamente nas negociações com o Executivo e com Legislativo . Além disso, o dirigente disse que não se podem confundir projeções com propostas, sob pena de haver um rebaixamento do projeto de reposição. Para ele, o que vai definir o reajuste é um processo negocial concreto entre governo e STF, instalado de maneira efetiva e transparente.
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Participaram da reunião os coordenadores da Fenajufe Cledo Vieira, Eugênia Lacerda, Roberto Ponciano e Tarcísio Ferreira, além de Jailton Assis (Sindjus/DF) e Valter Nogueira (Sisejufe/RJ).
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Com informações da Fenajufe
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