SINDICATO DOS TRABALHADORES DO JUDICIÁRIO FEDERAL E MINISTÉRIO PÚBLICO DA UNIÃO - FUNDADO EM 28 DE NOVEMBRO DE 1998 - FILIADO À FENAJUFE E CUT

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Clube de leitura “Leia Mulheres Sintrajufe/RS” tem primeiro encontro no dia 3 de agosto

As mulheres da Direção do Sintrajufe/RS convidam as mulheres da categoria do Poder Judiciário Federal e do Ministério Público da União, sindicalizadas ou não, a participarem do clube de leitura Leia Mulheres Sintrajufe/RS . O clube terá reuniões para debate das obras mensalmente, em sábados, das 10h às 12h, alternando-se os locais dos encontros entre capital e interior.

Os dois primeiros encontros estão agendados para os dias 3 e 31 de agosto e ocorrerão em Porto Alegre, na sede do Sintrajufe/RS (Marcí­lio Dias, 660). O terceiro encontro será no dia 28 de setembro, em Santana do Livramento, sendo possí­vel a organização de caravana para os locais ou a transmissão por Skype às interessadas.

Os livros do clube de leitura terão como eixos questões de gênero, raça e idade, sendo a primeira obra escolhida “Americanah”, de Chimamanda Ngozi Adichie.

Sinopse do livro

Lagos, anos 1990. Enquanto Ifemelu e Obinze vivem o idí­lio do primeiro amor, a Nigéria enfrenta tempos sombrios sob um governo militar. Em busca de alternativas às universidades nacionais, paralisadas por sucessivas greves, a jovem Ifemelu muda-se para os Estados Unidos. Ao mesmo tempo que se destaca no meio acadêmico, ela depara pela primeira vez com a questão racial e com as agruras da vida de imigrante, mulher e negra. Quinze anos mais tarde, Ifemelu é uma blogueira aclamada nos Estados Unidos, mas o tempo e o sucesso não atenuaram o apego à sua terra natal, tampouco anularam sua ligação com Obinze. Quando ela volta para a Nigéria, terá de encontrar seu lugar num paí­s muito diferente do que deixou e na vida de seu companheiro de adolescência.

Principal autora nigeriana de sua geração e uma das mais destacadas da cena literária internacional, Chimamanda Ngozi Adichie parte de uma história de amor para debater questões prementes e universais como imigração, preconceito racial e desigualdade de gênero. Bem-humorado, sagaz e implacável, “Americanah” é, além de seu romance mais arrebatador, um épico contemporâneo.