SINDICATO DOS TRABALHADORES DO JUDICIÁRIO FEDERAL E MINISTÉRIO PÚBLICO DA UNIÃO - FUNDADO EM 28 DE NOVEMBRO DE 1998 - FILIADO À FENAJUFE E CUT

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Ato em defesa da Previdência e da educação reúne trabalhadores e estudantes em Porto Alegre

Na sexta-feira, 12, em frente à Faculdade de Educação da Ufrgs, em Porto Alegre, trabalhadores e estudantes realizaram mais um ato público em defesa da Previdência pública e da educação. A atividade ocorreu na mesma semana em que a Câmara dos Deputados aprovou, em primeiro turno, a reforma da Previdência proposta pelo governo de Jair Bolsonaro (PSL). Colegas da categoria e direção do Sintrajufe/RS participaram da atividade.

Em Brasí­lia, um ato público com o mesmo tema reuniu mais de 20 mil pessoas, e outros aconteceram em diversas cidades do paí­s. Convocadas por professores e estudantes de universidades, institutos e centros tecnológicos federais, as mobilizações tiveram apoio das centrais sindicais e entidades do movimento sindical e popular.

No ato em Porto Alegre, em meio a manifestações de indignação pela escancarada compra de votos de parlamentares pelo governo e pelas mentiras que são divulgadas para a população sobre a reforma, a palavra unidade foi das mais utilizadas. O entendimento é de que somente a luta unitária poderá derrotar os ataques aos direitos que vêm sendo feitos pelo governo Bolsonaro.

O diretor do Sintrajufe/RS Cristiano Moreira destacou a importância da unidade dos trabalhadores, juntamente com a juventude e os movimentos sociais. O dirigente esteve em Brasí­lia, na semana passada, e falou sobre como a quadrilha votou, a portas fechadas, a destruição da seguridade social durante a votação na Câmara, caçando o direito de aposentadoria de milhões de brasileiros. A luta não acabou , ressaltou Cristiano, lembrando que nem mesmo os R$ 2,5 bilhões liberados pelo governo para os parlamentares garantiu a votação em segundo turno ainda neste semestre. Portanto, afirmou, até agosto é preciso reorganizar a luta e assumir a grande responsabilidade histórica de derrotar a reforma, de cabeça erguida, punho cerrado, para garantir a luta da classe trabalhadora .