Após o projeto de reposição salarial dos servidores do Judiciário Federal chegar ao Senado, ser autuado, numerado e dado como lido na Casa revisora, passando a tramitar como PLC 29/2016, o momento é de intensificar a pressão para que os senadores aprovem a proposta imediatamente. O Sintrajufe/RS segue em Brasília, representado pelo diretor Ruy Almeida, buscando contato com parlamentares e lideranças.
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No final da manhã desta quinta-feira, 9, Ruy conversou com o líder do PMDB no Senado, senador Eunício Oliveira (CE), pedindo providências pela aprovação do PLC 29/2016, com o cuidado de diferenciar os servidores da magistratura, já que os senadores estão pressionados pela carga negativa da opinião pública diante da questão do reajuste dos ministros do Supremo Tribunal Federal. O senador respondeu que os projetos serão tratados separadamente, e não em bloco, e que aqueles projetos que forem “razoáveis, já negociados e que não aumentem gastos” deverão ser aprovados, o que se alinha com o PLC 29/2016, que já possui recursos contabilizados no cálculo do déficit orçamentário.
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Ruy pediu ao líder do PMDB apoio à urgência do projeto, para que seja pautado na próxima semana, mas obteve a resposta de que seria difícil uma solução na próxima semana e que os projetos salariais devem ser encaminhados à Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) para avaliação de cada caso. O dirigente destacou, então, que isso prejudicaria a aprovação ainda neste mês, defendida pelos servidores, já que a primeira parcela tem previsão de implementação ainda em junho e que a impossibilidade de retroagir acarretaria prejuízo à categoria. Eunício Oliveira respondeu pedindo paciência “diante da situação que o país está vivendo”.
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Juntamente com outros dirigentes sindicais, o diretor do Sintrajufe/RS continua em Brasília e, na tarde desta quinta-feira, busca contato com mais senadores, procurando articular a busca do regime de urgência.
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Ruy avalia que a fala do líder do PMDB demonstra que é preciso atuação da categoria, sendo importante a participação nas redes, sem descartar a possibilidade de mobilização: “a postura do líder do PMDB demonstra a necessidade de a categoria seguir pressionando, atuando nas redes e se preparando para, se necessário, paralisar o serviço e se mobilizar. A categoria precisa da aprovação imediata do projeto. É importante que seja aprovado logo, porque temos a previsão da primeira parcela ainda para junho. Temos que garantir isso para que não haja nenhum prejuízo ainda maior do que o que já temos sofrido”.









