Quando parece que o governo chegou ao fundo do poço, Michel Temer cava mais fundo. Novas denúncias não param de aparecer contra Temer e seus aliados mais próximos. O governo se fragiliza cada vez mais, mas segue tentando aprovar as reformas trabalhista e da Previdência, que retiram nossos direitos. Apenas a luta dos trabalhadores pode dar o empurrão que falta para derrubar Temer e suas reformas. O dia 30 de junho será momento de, juntos, darmos mais um passo em defesa de nossos direitos, construindo uma greve geral forte e contundente.
Dando continuidade ao calendário unificado de mobilização, as centrais sindicais convocaram a greve geral para o dia 30 de junho, próxima sexta-feira. Para somar-se à luta do conjunto da classe, os trabalhadores do Judiciário Federal no Rio Grande do Sul deliberaram, em assembleia geral, pela participação na greve com paralisação de 24 horas na sexta-feira. Mais uma vez, a categoria estará unindo esforços às demais entidades e movimentos sociais para construir a resistência, derrotar o governo e barrar os ataques a direitos.
Desde a parte da manhã, o Sintrajufe/RS irá preparar a concentração nos prédios, nos seguintes horários:
JE Anexo10h
JF10h30min
TRE Duque11h
Colegas da JT/POA farão a concentração na Justiça Federal.
Haverá ônibus saindo dos prédios às 13h com destino à Esquina Democrática, onde acontece a principal atividade do dia, um ato unificado convocado por todas as centrais sindicais, o Fórum Gaúcho em Defesa da Previdência e outras entidades e movimentos populares.
O Sintrajufe/RS solicitou ainda a suspensão do expediente nos tribunais do Rio Grande do Sul. Caso haja suspensão, não haverá concentração no prédio paralisado. A orientação para os colegas do interior é que construam atividades de mobilização unificadas nas suas cidades, ou, ainda, dirijam-se a Porto Alegre para participar da mobilização na capital.
O governo não vai cair sozinho e as reformas não serão derrotadas sem muita luta. Por isso, o dever de todos os trabalhadores comprometidos com o futuro do país é paralisar os trabalhos no dia 30 e juntar-se à greve geral necessária para defender nossos direitos.









