SINDICATO DOS TRABALHADORES DO JUDICIÁRIO FEDERAL E MINISTÉRIO PÚBLICO DA UNIÃO - FUNDADO EM 28 DE NOVEMBRO DE 1998 - FILIADO À FENAJUFE

NOVOS COLEGAS

Sintrajufe/RS participa de posse de 23 novos servidores e servidoras do TRT4; há cerca de 400 cargos vagos

O Sintrajufe/RS participou, no dia 28 de outubro, da cerimônia de posse de 23 novos servidores e servidoras do TRT4. A posse ocorreu justamente na data em que é celebrado o Dia do Servidor Público. Os novos servidores e servidoras foram aprovados no concurso realizado no dia 10 de julho. A homologação do resultado do concurso ocorrera no dia 14 de outubro.

Participaram da cerimônia, representando a administração do tribunal, o vice-presidente do TRT-4, desembargador Ricardo Martins Costa; a diretora-geral do TRT-4, Rejane Carvalho Donis; e a juíza auxiliar da Vice-Presidência e coordenadora do Comitê Gestor de Equidade de Gênero, Raça e Diversidade do TRT-4, Mariana Piccoli Lerina. O Sintrajufe/RS esteve representado pelas diretoras Arlene Barcellos e Cristina Viana e pelo diretor Eduardo Felin, que dividiram o tempo de fala destinado à entidade.

Defesa da categoria e dos direitos dos trabalhadores e trabalhadoras

O diretor Eduardo Felin falou aos novos colegas sobre a estrutura do Sintrajufe/RS, explicando a organização diretiva do sindicato, sem presidente, e também alguns serviços oferecidos pela entidade, como as oficinas de cultura, os concursos culturais e os convênios, beneficiando sindicalizados e sindicalizadas e seus dependentes. Para acessar as informações completas, clique na aba “Serviços” do site do sindicato. Eduardo também reforçou a atuação do sindicato junto à administração do TRT4 para buscar melhorar as condições de trabalho dos e das colegas, e a defesa da categoria em diversas frentes, como a valorização da carreira.

A diretora Cristina Viana seguiu a apresentação geral do sindicato destacando alguns pontos de interesse direto dos novos colegas, como o apoio jurídico e de saúde aos servidores e servidoras sindicalizados e sindicalizadas, além dos comitês do TRT4 dos quais a entidade participa. Tratou também da atuação do sindicato no contexto da pandemia, com ações de cuidado à saúde e à vida dos e das colegas. Cristina também tratou de lutas importantes desenvolvidas pelo Sintrajufe/RS no último período, como o combate à PEC 32, a defesa da Justiça do Trabalho e a resistência frente à ameaça de fechamento de varas trabalhistas. Por fim, falou sobre o Fórum Institucional de Defesa da Justiça do Trabalho (Fidejust), do qual o Sintrajufe/RS participa.

A diretora Arlene Barcellos ressaltou que uma das bases da atuação do sindicato é a defesa incondicional dos concursos públicos e que, por essa razão, a entidade vem lutando contra a PEC 32/2020, da reforma administrativa. Disse ainda que o Sintrajufe/RS segue lutando pelo preenchimento das vagas existentes na Justiça do Trabalho e destacou que o trabalho de servidores e servidoras é fundamental para a população que precisa dos serviços públicos.

Sintrajufe/RS cobra preenchimento de todos os cargos vagos

O Sintrajufe/RS vem defendendo junto ao TRT4 a nomeação imediata dos novos colegas. São mais de 400 cargos vagos. No dia 23 de setembro, em reunião do Fórum Institucional de Defesa da Justiça do Trabalho (Fidejust), o presidente do tribunal, desembargador Francisco Rossal de Araújo, anunciou que, se confirmado o orçamento solicitado para 2023, haverá reposição de 200 cargos vagos de servidores e servidoras na Justiça do Trabalho do Rio Grande do Sul.

O grande deficit de vagas preenchidas, como apontado diversas vezes pelo Sintrajufe/RS, prejudica a prestação jurisdicional e aumenta a sobrecarga de trabalho de servidores e servidoras. Os efeitos da emenda constitucional (EC) 95/2016, do teto de gastos, a cada ano reduz a possibilidade de nomeações e prejudica o acesso à Justiça. Importante lembrar que, para atender aos limites impostos pela EC 95/2016, a Lei Orçamentária 2023 prevê a redução de despesas com pessoal e o aumento da precarização dos serviços públicos. A falta de provimento dos cargos vagos prejudica o funcionamento da própria instituição e reforça as ameaças e ações de desmonte que vêm, no último período, minando a Justiça do Trabalho.

Foto: Assessoria de imprensa do TRT4