SINDICATO DOS TRABALHADORES DO JUDICIÁRIO FEDERAL E MINISTÉRIO PÚBLICO DA UNIÃO - FUNDADO EM 28 DE NOVEMBRO DE 1998 - FILIADO À FENAJUFE

não às privatizações

Sintrajufe/RS participa de lançamento do Plebiscito Popular contra as privatizações e o avanço neoliberal nesta quarta-feira

Na quarta-feira, 14, às 19h, por videoconferência, acontece a plenária de lançamento do Plebiscito Popular no Rio Grande do Sul, organizado por centrais e entidades sindicais e movimentos sociais. O Sintrajufe/RS participa da iniciativa, uma resposta de mobilização e enfrentamento ao aprofundamento da política de privatização dos serviços públicos e de entrega do patrimônio aos grandes grupos privados.

Os governos federal e estadual gaúcho, assim como diversas administrações municiáis, como a de Porto Alegre, estão alinhados nas políticas de privatização. Isso pode deixar parcelas significativas da população sem serviços essenciais, como abastecimento de água, correios, saneamento, processamento de dados, agências bancárias, entre outros.

Atualmente, os governos estadual e federal se movimentam a privatização de empresas estatais e bancos, apesar de muitos serem lucrativos. Estão na mira: Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Correios, Eletrobras, Petrobras (Refap no RS), Trensurb, Banrisul, Corsan, Procergs, CEEE, Sulgás e CRM. E, em Porto Alegre, a Carris, a Procempa e o Dmae.

O governo Leite aprovou recentemente, na Assembleia Legislativa, a PEC 280/20, que retira a exigência de plebiscito para privatização da Corsan, do Banrisul e da Procergs. Também já anunciou à imprensa que pretende enviar, antes do recesso parlamentar, o projeto de lei que autoriza a privatização da Corsan.

Aproveitam-se da pandemia para “passar a boiada” sem o devido acompanhamento da sociedade, aprovando privatizações como moeda de troca para outros projetos. No Rio Grande do Sul, a CEEE-D foi vendida por um valor irrisório em troca de votos para a retomada das aulas presenciais em meio à pandemia.

É nesse cenário que a realização de um plebiscito popular se apresenta como melhor ferramenta para esclarecer a população gaúcha dos danos irreversíveis das privatizações.

Para participar da plenária de lançamento basta preencher o formulário de inscrição AQUI.

O plebiscito

Ocorrerá no formato híbrido, com votação online e em cédula para comunidades de periferias, quilombolas e rurais, assentamentos, entre outras.

Os locais de votação serão indicados pelos comitês populares de cada município. Escolas, associações de bairro, sindicatos, CTGs, igrejas e centros comunitários poderão ser utilizados.

O período de votação será de 10 a 15 dias.

Fonte: Cpers