SINDICATO DOS TRABALHADORES DO JUDICIÁRIO FEDERAL E MINISTÉRIO PÚBLICO DA UNIÃO - FUNDADO EM 28 DE NOVEMBRO DE 1998 - FILIADO À FENAJUFE

CONTRA AS PRIVATIZAÇÕES

Milhares de gaúchos e gaúchas votam no Plebiscito Popular sobre Privatizações no RS; votações online e presenciais vão até dia 24

Teve início dia 16 vai até 24 de outubro a votação do Plebiscito Popular sobre as Privatizações no Rio Grande do Sul, organizado pela CUT-RS, centrais sindicais, movimentos sociais e populares e partidos políticos. Milhares de gaúchos e gaúchas já votaram; veja como participar.

Há urnas instaladas em mais de 200 cidades, organizadas por comitês municipais e regionais, montadas em praças, sindicatos, associações, escolas, comércio, igrejas, câmaras de vereadores e sedes de partidos, dentre outros locais.

Cidadãos e cidadãs, maiores de 16 anos, podem e devem participar da votação, seja de forma presencial, seja virtual.

Acesse o site para verificar os locais de votação e obter mais informações.

Para votar na plataforma, basta informar o nome e o CPF e responder às três perguntas sobre as privatizações.

Pressionar as autoridades

O vice-presidente da CUT-RS e coordenador do Plebiscito Popular, Everton Gimenis, destaca a importância de participação: “É uma grande oportunidade para mostrar a opinião sobre as empresas públicas, uma vez que as privatizações impactam na vida e no futuro do povo gaúcho”.

Segundo o dirigente, “muitas pessoas já votaram, porém é preciso ampliar a participação nos dias que ainda restam”. O dirigente sindical destaca que “a consulta servirá para pressionar as autoridades”.

“O governador Eduardo Leite (PSDB) e os deputados aliados na Assembleia Legislativa mudaram a Constituição Estadual e negaram o direito conquistado pela população de decidir sobre o patrimônio que pertence ao povo e não ao governo de plantão”, explica.

Gimenis enfatiza que “o plebiscito, mesmo sem ter valor legal, é um poderoso instrumento da cidadania para mostrar a vontade do povo gaúcho e fortalecer a luta para impedir as privatizações”.

Fonte: CUT/RS