SINDICATO DOS TRABALHADORES DO JUDICIÁRIO FEDERAL E MINISTÉRIO PÚBLICO DA UNIÃO - FUNDADO EM 28 DE NOVEMBRO DE 1998 - FILIADO À FENAJUFE E CUT

SAÚDE

Em evento no Sintrajufe/RS, mulheres falam sobre câncer de mama e autoestima

Na noite de quarta-feira, 25, foi realizada, na sede do Sintrajufe/RS, a palestra “Saúde da mulher: câncer de mama e autoestima”, com a educadora física e criadora do projeto Menopausa Sem Vergonha Márcia Selister. O evento foi uma parceria do sindicato com o Cpers, o Semapi/RS a CUT/RS e teve transmissão pelo canal do Sintrajufe/RS no YouTube e pelas páginas no Facebook das entidades promotoras.

A mediação ficou por conta da diretora do Sintrajufe/RS Márcia Coelho. Na abertura do encontro, ela afirmou que “é muito importante, nesse mês de outubro dedicado ao tratamento do câncer de mama, o Outubro Rosa, podermos receber a nossa palestrante para termos essa dose de autocuidado”.

Em sua fala, a diretora do Cpers Vera Lessês saudou a iniciativa e a parceria com o Sintrajufe/RS e destacou que “Outubro Rosa é um mês que nos leva à reflexão. Queremos enfatizar, enquanto mulheres, a importância desse momento para debatermos temas tão importantes para a nossa categoria”.

Autoestima e saúde da mulher

Durante a palestra, além de apresentar vários relatos, Márcia Selister abordou temas como o impacto do câncer de mama na autoestima das mulheres, o papel que o autoconhecimento desempenha neste processo, a importância do apoio emocional e estratégias práticas para enfrentar esses desafios. “O que a gente vê nas redes sociais são mulheres perfeitas e saudáveis, cheias de vida, mas sabemos que muitas vezes essa não é a realidade. Por isso o acolhimento é tão importante, pois não sabemos a realidade do outro”, ressaltou Márcia Selister.

A importância do acolhimento, seja no ambiente familiar ou profissional, se prova essencial para enfrentar os desafios. “O mais importante é a troca, ela faz com que a gente se sinta pertencente. De tudo o que foi dito aqui, o acolhimento, ter com que falar, gritar, chorar, sem ter que pedir nada em troca, é o mais essencial”, enfatizou.

Ao fim do encontro, o que ficou explícito é que a luta para combater o preconceito em torno do câncer de mama e outros temas ainda tabus sobre a saúde da mulher é essencial para enfrentar os desafios. Unidas somos muito mais fortes!

Com informações do Cpers; fotos: Maí Yandara / Cpers